sábado, outubro 31, 2009
Saquem aí mais infos sobre o disco e a turnê dos caras aqui no Brasil em 2009:
Como muitos já sabem, o Christafari está realizando a turnê de seu novo CD, chamado No Compromise, que celebra os 20 anos da banda. Seguem as datas e locais:
15/10/2009 – Bola de Neve, Santos
16/10/2009 – CELC Barueri, São Paulo
17/10/2009 – Terra Santa Festival, Goiânia
19/10/2009 – Mansão do Louvor, Recife *-*
21/10/2009 – Vitória, Espírito Santo
22/10/2009 – Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro
23/10/2009 – Sao Caetano do Sul, São Paulo
24/10/2009 – Operação Jamaica, Curitiba, Paraná
25/10/2009 – Suzano, Sao Paulo
Nesta turnê o Christafari vai contar com alguns convidados. Mostramos abaixo a lista dos participantes dos shows:
Christafari – Agora nesse vigésimo aniversário, o cantor principal do Christafari, Mark Mohr, é ainda o pioneiro do Gospel Reggae. A popularidade do Christafari no mundo inteiro é crescente. Eles tem vendido acima de 500.000 álbuns pelo mundo e lideram o mercado como a banda de Gospel Reggae mais popular.
Nengo Vieira – Pela primeira vez, Nengo Vieira vai ser o convidado especial da banda Christafari para essa turnê. Ele nasceu na Cidade de Cachoeira, situada no recônvavo baiano. Nengo ja lançou 5 CDs e se tornou uma clássica referência no reggae brasileiro, influenciando até mesmo a musica da banda Christafari.
Avion Blackman – Esta premiada artista estará em turnê com o Christafari em promoção do seu segundo album, “Sweet Life”. Ela é um encontro entre Sade e os Wailers num estilo urbano. Com letras maravilhosas e sinceridade vocal, Avion traz músicas emocionais cheias de texturas etnicas, agradáveis ao ouvidos e com satisfação para alma. Para conhecer um pouco mais, acesse http://www.myspace.com/avionblackman
Solomon Jabby – Ele tem estudado e aperfeiçoado sua arte em classic dub e roots reggae por quase uma década. O talento do Jabby é escutado através do mundo do Gospel Reggae e ele provou que a tradicional produção de roots reggae ainda tem espaco. Para conhecer um pouco mais, acesse http://www.myspace.com/solomonjabby.
Jennifer Howland – Nos últimos anos Jennifer fez constantes turnês com o Christafari, ambas como suporte vocal e vocalista líder, visitando mais de 20 países no mundo inteiro. Em 2008, Jennifer colaborou com Solomon Jabby em sua primeira música, “Redeeming Song” que foi lancado no “Reggae Redemption Songs II” por “Christafari e Friends”.
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sábado, outubro 24, 2009
terça-feira, outubro 20, 2009
“Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.
Marilyn Monroe, a pin-up prototípica, posa para um retrato, registrado em 1956
A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero
pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico.
Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido.
O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3″ dos tablóides britânicos.
A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem.
Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute.
“Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.
Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.
O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução
industrial.
“É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”.
Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.
Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”.
Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida!
Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente,
Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.
Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda.
Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.
A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois
desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e
Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”.
Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.
Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe
sucede, banca antes a mulher fatal.
As duas têm em comum uma plástica totalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador.
O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas (”Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.
O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de
desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do “oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.
Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial.
Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy….
De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.
Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares.
Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs.
De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth.
A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso.
Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.
Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.
Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!…
Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.
Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência.
Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek.
“A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais.
É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.
Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela.
A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos.
O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (”Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).

discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranqüilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual…
Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).
No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens.
Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”.
A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe.
Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade.
As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas.
A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.
Será que por causa disso o “cheesecake” morreu?
“Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek.
“Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.
A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher.
Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos.
Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch.
Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.
segunda-feira, outubro 19, 2009
sábado, outubro 17, 2009
achei muito legal esse post com as variações visuais dos legos através dos anos. aqui ó
essa eu vi no sedentário e achei muito legal.
muito legal esse tutorial , mas o audio é em inglês galera...