

A um tempo atrás meu amigo Zé me apresentou ao Suicide Girls.
O site é uma compilação de fotos tiradas dos ensaios mais underground da web recheado de mulheres lindas com piercing e tattoo.
Suicide Girl é o site que se especializou em tirar a roupa daquelas garotas que você só costuma ver em shows de rock ou ambientes bem undergrounds, vale registrar que nem todas as garotas fotografadas são um primor de beleza, mas são todas bem radicais.
Lái não tem vez aquela meninha mimada e com jeitinho meigo, e sim aquele tipo de garota que te convida para beber tequila e ir ao show do Slipknot.
acesse o site e veja melhor o que tô lhe falando, e descubra como o Zé é bom de dica!ahuahuaha
Sábado, Novembro 07, 2009
Suicide Girls
a primeira reportagem sobre tatuagem no brasil
repara na técnica do tatuador malandrão! hauahuaha
hannya
Ao contrário do que possa parecer o Hannya ou as máscaras como as chamamos, nada tem a ver com o Diabo e Satánas.
Existe um conceito de um inferno, no budismo japonês, em que Hannyas na vida terrestre são monstros.
São os confusos sentimentos humanos como a paixão, ciúme e ódio em que podem transformar homens e mulheres nesses terríveis monstros.
A Hannya é apenas um exemplo dos muitos tipos diferentes de máscaras utilizadas pelos atores do tradicional teatro japonês estas performances são muito utilizadas na representações das histórias tradicionais e bem conhecidas, em todo o oriente, desenvolvida no Japão durante o século 14, as máscaras são utilizadas para transmitir a identidade e o humor dos vários personagens, que são aproximadamente oitenta as diferentes histórias.
A máscara Hannya é especificamente utilizadas para representar uma mulher vingativa e invejosa, pois sua raiva e inveja a consumiu de forma que ela se transformou em um demônio, mas com alguns importantes vestígios da humanidade que ainda lhe resta .
A Hannya é representada por uma face com chifres, grandes olhos, dentes pontiagudos, combinados com um olhar de puro ressentimento o ódio é representado pela expressão de sofrimento em torno dos olhos e das vertentes do cabelo que sempre esta representada de uma maneira desordenada, demonstrando assim a sua paixão desvairada.
Quanto mais violenta e colorida for a personificação da face, na composição do desenho para tatuagem, mais pode se extrair das emoções do personagem.
A Tatuagem consegue retratar muito bem e tirar o máximo dessas fantasiosas e cativantes imagens, porem para que ela tenha uma harmonia perfeita não devem ser tatuadas muito pequenas pois os detalhes de expressão como cito acima não podem ser impressos na confecção do trabalho, assim ela perde totalmente a caracterização de seu significado tão importante como é as mascaras de Hannya.
A mais conhecida história de um demônio Hannya é a da jovem garota Kiyo Hime .
Seu pai era proprietário de uma harborage (espécime de pousada construída sobre as águas), no qual um monge parava ali todo ano.
Ao longo dos anos Kiyo Hime desenvolveu uma profunda paixão por esse monge, porem esses sentimentos não poderiam ser devolvidos por ele.
Uma noite Kiyo Hime confessou seu amor a ele e ele tentou dissuadir o seu afeto. Mas ela não pode esquecê-lo e continuou a persegui-lo com grande persistência.
Finalmente depois de que todas tentativas tinham sido frustradas, seu amor apaixonado por ele se transformou em um profundo ódio, e ela envergonhada decidiu fugir, encontrando refúgio em um convento próximo, por ela esta transformada em uma Hannya, com corpo de serpente que guspia fogo, os padres resolveram a cobrir com um grande sino e sua respiração flamejante com o tempo foi derretendo o sino e causando-lhe uma morte lenta e dolorosa.
do blog do meu amigo Rômulo Rangel tatuador da Bahia
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
essa foi forte
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na rússia organizaram um campeonato de cs (conter strike), e convidaram umas moças pra ajudar a deixar o jogo mais interessante!
veja aqui as fotos .
eu sinceramente largava o pc na hora, mas vai saber né?
aprenda stop motion com quem manja : Jamer Burger !
Jamer Burger é um fotógrafo especialista em stop motion que para mostrar que a técnica não é nenhum bicho de sete cabeças, fez um vídeo demonstrando como usou o próprio quarto para fazer um vídeo simples em stop motion, utilizando um mísero patinho.
O resultado é bem interessante, e mostra que não é preciso ter um baita estúdio para fazer uma produção interessante!
Meu próximo projeto, assim que fizer umas coisas que estao pendentes na agenda...
marge simpson na playboy




em comemoração aos vinte anos da série os simpsons a matriarca da família estrelou as páginas da revista playboy neste mês.
e eu coloquei aqui as imagens pra você ver como ficaram as fotos...
Terça-feira, Novembro 03, 2009
Desing Coding - O Rap dos programadores
Os programadores e web designers sabem que nossa atividade tem várias peculiaridades e pensando nisso o rapper SEO fez essa música pensando em quem trabalha nessa área. Palavras como CSS, IE, Firefox fazem parte da letra. Musicalmente falando é uma porcaria mas vale a pena dar uma conferida.
para você ficar mais experto...
Entenda as siglas mais comuns e suas respectivas definições para não ficar boiando quando falarem com você.
CEO - Chief Executive Officer
Não é obrigatório, mas às vezes é presidente de uma empresa, que responde perante o presidente do conselho de administração e de membros do conselho, sendo o executivo com a maior responsabilidade.
CFO - Chief Financial Officer
Ele é o chefe do setor financeiro da empresa, e muitas vezes, responsável pela administração dos riscos financeiros de um negócio. Ele também é responsável pelo planejamento financeiro e medir quais são os gastos de projetos e futuras ações da empresa.
CIO - Chief Information Officer
Esse é o cara responsável pela área de TI da empresa. Tem sido cada vez mais importante nas empresas que sentem a necessidade de entrar na geração dos computadores e da internet. Esse cargo está relacionado também com o CKO.
CTO - Chief Technology Officer
O CTO é responsável pela investigação e desenvolvimento e, eventualmente, para novos produtos planos na área de infra-estrutura da área de tecnologia de uma empresa. Seu objetivo é definir a possível expansão nessas áreas.
CSO - Chief Security Officer
O CSO, um cargo recente, é o responsável pela segurança de uma companhia de comunicações e sistemas empresariais.
CCO - Chief Compliance Officer
É o responsável por garantir que uma empresa e seus funcionários estão em conformidade com os regulamentos governamentais e políticas internas.
CKO - Chief Knowledge Officer
É o executivo responsável pelo conhecimento e a experiência que a empresa possui, organizando as informações.
personalizando o googlemaps
olhem que legal esse video produzido pelo pessoal do google para personalizar o google maps!
Sábado, Outubro 31, 2009
Christafari
Saquem aí mais infos sobre o disco e a turnê dos caras aqui no Brasil em 2009:
Como muitos já sabem, o Christafari está realizando a turnê de seu novo CD, chamado No Compromise, que celebra os 20 anos da banda. Seguem as datas e locais:
15/10/2009 – Bola de Neve, Santos
16/10/2009 – CELC Barueri, São Paulo
17/10/2009 – Terra Santa Festival, Goiânia
19/10/2009 – Mansão do Louvor, Recife *-*
21/10/2009 – Vitória, Espírito Santo
22/10/2009 – Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro
23/10/2009 – Sao Caetano do Sul, São Paulo
24/10/2009 – Operação Jamaica, Curitiba, Paraná
25/10/2009 – Suzano, Sao Paulo
Nesta turnê o Christafari vai contar com alguns convidados. Mostramos abaixo a lista dos participantes dos shows:
Christafari – Agora nesse vigésimo aniversário, o cantor principal do Christafari, Mark Mohr, é ainda o pioneiro do Gospel Reggae. A popularidade do Christafari no mundo inteiro é crescente. Eles tem vendido acima de 500.000 álbuns pelo mundo e lideram o mercado como a banda de Gospel Reggae mais popular.
Nengo Vieira – Pela primeira vez, Nengo Vieira vai ser o convidado especial da banda Christafari para essa turnê. Ele nasceu na Cidade de Cachoeira, situada no recônvavo baiano. Nengo ja lançou 5 CDs e se tornou uma clássica referência no reggae brasileiro, influenciando até mesmo a musica da banda Christafari.
Avion Blackman – Esta premiada artista estará em turnê com o Christafari em promoção do seu segundo album, “Sweet Life”. Ela é um encontro entre Sade e os Wailers num estilo urbano. Com letras maravilhosas e sinceridade vocal, Avion traz músicas emocionais cheias de texturas etnicas, agradáveis ao ouvidos e com satisfação para alma. Para conhecer um pouco mais, acesse http://www.myspace.com/avionblackman
Solomon Jabby – Ele tem estudado e aperfeiçoado sua arte em classic dub e roots reggae por quase uma década. O talento do Jabby é escutado através do mundo do Gospel Reggae e ele provou que a tradicional produção de roots reggae ainda tem espaco. Para conhecer um pouco mais, acesse http://www.myspace.com/solomonjabby.
Jennifer Howland – Nos últimos anos Jennifer fez constantes turnês com o Christafari, ambas como suporte vocal e vocalista líder, visitando mais de 20 países no mundo inteiro. Em 2008, Jennifer colaborou com Solomon Jabby em sua primeira música, “Redeeming Song” que foi lancado no “Reggae Redemption Songs II” por “Christafari e Friends”.
aqui ó
control c + control v : apenasmusica.net : O melhor blog de música do mundo!!!!
Sábado, Outubro 24, 2009
sem lugar para gardar suas peças de pastimodelismo?
usar aerografo não é tão caro assim !!!
bancada virtual modelismo
todos os carros do desenho corrida maluca
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Tudo o que você sempre quis saber sobre as pin-ups
“Oops! Deixei cair a minha calcinha…”, exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.
Marilyn Monroe, a pin-up prototípica, posa para um retrato, registrado em 1956
A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero
pin-up, também chamado “cheesecake” (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico.
Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido.
O que explica o porquê do atual desvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista “Playboy”, ao calendário da Pirelli e à “página 3″ dos tablóides britânicos.
A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem.
Contudo, “a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico”, corrige Maria Buszek, autora do livro “Pin-up Grrrls – Feminism, Sexuality, Popular Culture” (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute.
“Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança”.
Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.
O termo “pin-up” data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução
industrial.
“É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero”, indica Maria Buszek, “quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina”.
Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vezes desnudadas.
Mas é a revista americana “Life” que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a “Gibson Girl”.
Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida!
Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da “New Woman” que pretende trabalhar e ser independente,
Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.
Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda.
Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.
A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois
desenhistas que se tornaram clássicos do “cheesecake”: George Petty e
Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana “Esquire”.
Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma “Petty Girl”: no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro “caderno central de três páginas”, que deve ser desdobrado e destacado.
Enquanto a “Petty Girl” é uma ingênua charmosa, a “Varga Girl”, que lhe
sucede, banca antes a mulher fatal.
As duas têm em comum uma plástica totalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador.
O primeiro calendário de “Varga Girls”, publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas (”Time”, “Look”, “Cosmopolitan”…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo “cheesecake”.
O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de
desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da “escola maionese”, cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do “oops-deixei-cair-minha-calcinha” sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.
Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial.
Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as “Varga Girls” passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy….
De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de “deusa guerreira” e acaba personificando a mulher americana – segura de si e audaciosa.
Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a “nose art”, discretamente incentivada pelas autoridades militares.
Nunca a revista “Esquire” recebeu uma correspondência tão grande de fãs.
De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são “pornográficos”, a “Esquire” ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.
As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth.
A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso.
Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.
Os “tommies” britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no “Daily Mirror”.
Astuciosa, Jane nunca perde uma oportunidade para rasgar suas roupas – Ah! Esses danados fios de arame-farpado!…
Ela é tão famosa que os soldados são autorizados a embarcar provas inéditas da série a bordo dos submarinos, de modo a não perder nenhum episódio.
Enquanto os combates estão no auge, a pin-up exibe orgulhosamente sua glória e sua independência.
Mas o fim da guerra, que vê se impor a pin-up fotografada, muda por completo as regras do jogo. “Os anos 50 são conservadores”, comenta Maria Suszek.
“A mulher passa então a encarnar papéis mais tradicionais.
É a era da ‘virgem eterna’ e do ‘avião loiro e ingênuo’”.
Mas quando é publicado o calendário “Golden Dreams”, ela já evoluiu bastante, e o estúdio a aconselha a negar que se trata dela.
A jovem mulher opta antes por alertar os jornalistas e acaba sendo transformada em pouco tempo num símbolo sexual dos Estados Unidos.
O ícone mítico e sorridente fará a sua glória, mas também causará a sua desgraça: é difícil impor-se como uma atriz séria quando você encarnou a loira descerebrada cujo vestido é levantado pelo vento (”Sete anos de reflexão”, 1955, de Billy Wilder).

discreto: o “beefcake”. Na época de Marilyn, o apolo Tab Hunter é recrutado pelos estúdios para encarnar junto ás adolescentes o solteiro branco, loiro, tranqüilizador e viril, contra o “bad boy” Marlon Brando. O pobre ator, que se vê obrigado a concluir todas as suas entrevistas com um comentário fazendo a apologia da vida matrimonial, é na realidade homossexual…
Desde então ele contou sua vida dupla num best-seller amargurado, “Tab Hunter Confidential” (2005).
No decorrer dos anos, o mercado da pin-up se vê limitado às revistas para homens.
Em 1953, uma nova revista, a “Playboy”, toma o lugar da “Esquire” (que se desinteressou de uma vez por todas da pin-up), e se especializa no “cheesecake”.
A primeira “playmate” das páginas centrais é uma certa Marilyn Monroe.
Por trás das suas reivindicações de liberação sexual, a revista faz da pin-up uma boneca sem personalidade.
As poses são previsíveis, as fotos retocadas – as modelos são fotografadas no frio, para que as suas mamas fiquem arrebitadas.
A pin-up da geração Playboy ou Pirelli – o calendário da marca de pneus nasce em 1964 – afastou-se do grande público.
Será que por causa disso o “cheesecake” morreu?
“Ao contrário, ele está em todo lugar”, afirma Maria Buszek.
“Toda e qualquer foto de Britney Spears é uma pin-up. Mas ninguém a chama mais assim”. Ainda subsistem alguns desenhistas nostálgicos para manter a chama viva, reinterpretando as pin-ups históricas, tais como Betty Page.
A pin-up também conquistou o campo da arte, com artistas tais como Cindy Sherman, que, desde os anos 70 vem desenvolvendo uma reflexão a respeito da representação da mulher.
Mas, a herança a mais recente da pin-up talvez deva se procurada do lado do “novo burlesco”, nos Estados Unidos.
Trata-se de uma corrente que vê as garotas combinarem, no palco, o cabaré com o strip-tease kitsch.
Será um retorno às origens? De fato, foi nos teatros, no século 19, que nasceram as primeiras pin-ups: sexy, espertas e… feministas.
Segunda-feira, Outubro 19, 2009
Sábado, Outubro 17, 2009
evolução visual do lego

achei muito legal esse post com as variações visuais dos legos através dos anos. aqui ó
como descobrir se um par de seios é verdadeiro
muito legal esse tutorial , mas o audio é em inglês galera...
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
por isso que eu não corto a barba!
Aquela mulher casada está no motel com o amante. De repente, ela diz:
- Ô Ricardão, querido, por favor, corte esta barba !
- Se dependesse só de mim... mas você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba!
- Ah, faz isso por mim, por favor...
Ele acaba concordando, como todo babaca encantado com a amante. Assim, depois do trabalho, ele passa no barbeiro e pede para cortar a barba. Depois ele ainda vai a um jantar de negócios, e só chega bem tarde em casa. Ele se deita sem fazer barulho. A mulher ainda meio dormindo, passa a mão no rosto do Ricardo e diz, assustada:
-João, o que você ainda está fazendo aqui?? Meu marido Ricardo pode chegar a qualquer momento!
putz
Um sujeito vai ao médico para exames de rotina... O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Tem que parar de fumar.
- Bebe?
- Pouco.
- Tem que parar de beber.
- Faz sexo?
- Pouco...
- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Isto irá ajudá-lo!
O sujeito vai para casa, conta tudo à mulher e, imediatamente, vai pro banho. A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e fica na espera. O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e a mulher, surpresa, pergunta:
- Aonde é que você pensa que vai?
- Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?
- Sim, mas, aqui estou eu prontinha...
O sujeito:
- AH! NEIDE,...NEIDE,...NEIDE...,
LÁ VEM VOCÊ COM SUA MANIA DE REMÉDIO CASEIRO!!!
Domingo, Outubro 04, 2009
como construir seu próprio sabre-de-luz
uma coisa que todos os nerds curtem é o sabre-de-luz, isso não tem dúvida.
e com esse pequeno tutorial, vc pode ter o seu.
dura realidade dos "caras da informática"
1. Meu computador não liga, o que eu faço?
Dê o troco, não ligue para ele também.
2. Ao ligar, o micro custa a carregar. Tem solução?
Sim, carregue seu micro até a lixeira mais próxima.
3. Ao iniciar, a bandeirinha do Windows aparece na tela duas vezes. Para que serve isso?
É um sinal de que você é completamente imbecil e ainda insiste em comprar produtos da Microsoft.
4. O que faço com o botão Iniciar?
Clique nele, depois em desligar, depois em sim para desligar o computador e aguarde. Quando surgir a mensagem “seu computador já pode ser desligado com segurança”, puxe o fio da tomada, enrole no pescoço e aperte bem.
5. Para que serve a opção Acessórios do Menu/programas?
Serve pra você colocar um toca-fitas no seu micro, vidro fumê, roda de liga leve e volante de fórmula 1.
6. Para que serve o botão Documentos do menu iniciar?
Serve pra você tirar sua carteira de identidade, CPF, Titulo de Eleitor e atestado de insanidade mental.
7. E o botão Localizar?
Serve pra você encontrar seu provável pai entre os homens da vizinhança.
8. E o botão Executar?
É ideal pra você aplicar em seu irmão mais novo, que vive mexendo no seu micro.
9. Para que serve o Botão direito do mouse?
Pra você apertar sempre que o botão esquerdo estiver cansado.
10. Como faço para rodar o Word?
Pegue o gabinete e gire-o rapidamente. O Word vai rodar até ficar tonto.
11. Como faço para salvar um documento?
Espere o documento tentar atirar-se pela janela do Word. Então,segure-o com firmeza.
12. Como dou nome para um documento?
Não se preocupe com formalidades. Pode chamá-lo pelo apelido.
13. O Power Point faz apresentações?
Faz, mas é muito tímido. Não espere por ele e apresente-se você mesmo.
14. O que é Correio Eletrônico?
É um sistema que envia o carteiro pela tomada elétrica.
15. O que é homepage?
É uma casa feita com folhas de papel.
16. Por que o site da Microsoft está sempre congestionado?
Porque os técnicos estão ocupados consertando bugs.
17. O que é bug?
É um carrinho que parece um Jeep.
como fazer aerografia de caveiras
uma boa fonte de inspiração pra quem tem aerógrafo
como fazer aerografia de caveiras 2
agora é só treinar galera!
Arrasta-me para o Inferno e As leis do terror
Quando era estudante de letras e história na Universidade de Michigan, Sam Raimi decidiu que faria filmes, mas não sabia por onde começar. O passo óbvio seria fazer uma escola de cinema e iniciar a profissão como um mortal comum. Mas Raimi nunca teve a vocação para seguir regras. Passou a fazer comédias bobas em Super-8 e anunciava exibições baratas no jornal local. O jovem cineasta ficava nas exibições para ver como a plateia reagia a seus erros e acertos. Empolgado com a evolução da sua técnica, Sam gastou todas as suas economias (US$ 4 mil) para alugar uma sala de cinema e projetar uma de suas obras amadoras. Apenas uma pessoa apareceu... e saiu dez minutos depois, gritando palavras de baixo calão.
A experiência não desanimou o futuro diretor. Quando ele resolveu investir US$ 40 mil em um filme de terror aos 21 anos, um grupo de médicos ajudou no investimento em troca dos direitos de distribuição do longa. O resultado foi uma produção de horror que mudou o gênero para sempre. Extremamente violento, com elenco formado por semiprofissionais, barato e bem-humorado, A Morte do Demônio foi um sucesso de bilheteria, ganhou status instantâneo de cult e revelou ao mundo um cineasta inventivo. E foi assim, passando por cima de tabus hollywoodianos, que Sam Raimi fez mais duas sequências para a saga de horror, assumiu uma franquia bilionária de super-heróis (O Homem-Aranha) e voltou a dirigir um novo longa de terror quase 15 anos depois de ter filmado Uma Noite Alucinante 3. A principal característica de Arrasta-me para o Inferno, que estreia neste mês no Brasil, é justamente a quebra dos clichês do estilo.
1 — Pureza dos Heróis
Os (as) mocinhos (as) sempre são inocentes e incapazes de praticar atos conscientes de maldade nas obras de terror dos últimos anos. Quando escorregam no caráter, são perseguidos por isso — por exemplo, os jovens assassinos de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (foto à esq.). Raimi não quer saber disso em Arrasta-me para o Inferno. A protagonista, Alison Lohman, faz uma gerente de banco ambiciosa que, almejando uma promoção, nega uma nova hipoteca para uma pobre idosa. Premissa cruel em tempos de recessão nos Estados Unidos.
2 — A dama em Perigo
Se o horror gerou rainhas do grito como Jamie Lee Curtis em Halloween (foto à dir.) e a Sarah Michelle Gellar de O Grito, Arrasta-me para o Inferno troca a mocinha indefesa pela gatinha que tem garganta, mas sabe como usar as mãos. Numa das sequências mais marcantes, a protagonista sai no braço com a velha cigana que a amaldiçoa após o empréstimo ser negado, com direito a um grito de vitória nada politicamente correto: "Te detonei, vaca velha!".
3 — Fantasmas de Crianças
A maior praga do cinema de horror moderno surgiu no Oriente no fim dos anos 90. Após o sucesso de Ringu, de Hideo Nakata, e do remake americano, batizado de O Chamado (foto à esq.), fantasmas infantis passaram a ser quase uma obrigação no gênero — nem o fenômeno O Sexto Sentido escapou da armadilha. Entre longas horrorosos (Alma Perdida, Medo.com), boas ideias (O Orfanato, Os Outros) e adaptações (Terror em Silent Hill), o horror moderno incorporou o estilo. Aliás, nem o próprio Sam Raimi escapou da moda ao produzir o fraco O Grito. Mas ele não quis saber de Gasparzinho em seu retorno ao terror. A única criança atormentada no longa é possuída pelo demônio Lamia (clara homenagem a Night of the Demon, filme dirigido por Jacques Tourneur em 1957) e é, literalmente, sugada para o inferno nos primeiros dez minutos.
4 — Diversão proibida
O horror sempre se levou muito a sério. Alguns especialistas defendem que a qualidade do filme tem a ver com a falta de humor na trama. Raimi, mais uma vez, subverte o gênero de forma radical. Da mesma maneira que produz cenas escatológicas e assustadoras, o cineasta não tem vergonha de causar risadas. Qual longa mostra a protagonista quase engolindo o olho de vidro da vilã ou acabando um funeral ao tropeçar no cadáver? Os fãs mais conservadores tendem a ficar perdidos com a mistura de estilos, mas é o que o cineasta mais gosta de fazer desde Uma Noite Alucinante (foto acima) — sua marca é sempre uma referência aos Três Patetas, de quem é fã declarado — e gerou seguidores importantes como Peter Jackson (Os Espíritos, O Senhor dos Anéis) e Guillermo Del Toro (Hellboy).
5 — Ninguém Acredita na Mocinha
Nos filmes de terror gerados pela safra pós-Pânico, a vítima sempre é ridicularizada ao falar que está sendo perseguida por um maníaco ou maldição. Não é o que acontece em Arrasta-me para o Inferno: a mocinha recebe o apoio do noivo (Justin Long), que a apoia mesmo quando a história de que um demônio levará sua amada para o inferno em três dias fica cada vez mais absurda (foto à dir.).
6 — Ser Minoria é fatal
É uma regra tão antiga quanto o terror no cinema. Se você faz parte de uma minoria, o Jason (foto à esq.) de Sexta-Feira 13 vai passar o machado sem dó até restar apenas o casal branco, heterossexual e bonito que protagoniza as obras. Sam Raimi até usa um casal wasp como a estrela do longa, mas eles precisam recorrer a um vidente do Leste Europeu. Além disso, a médium que pode salvar a vida de Christine Brown é uma mexicana, interpretada por Adriana Barraza (indicada ao Oscar por Babel).
7 — Faça sexo e morra!
Como Sam Raimi escreveu o roteiro em 1992 e queria fazer uma homenagem aos filmes de terror da década de 1950, não há muito sexo em Arrasta-me para o Inferno, o que chega a ser uma afronta às novas regras do gênero.
8 — Salve os Animais
Se Sylvester Stallone quase morre ao salvar um cãozinho em Daylight, a mocinha Alison Lohman não quer saber de clichês hollywoodianos no filme. Quando ela descobre que o sacrifício de um animal pode livrá-la da maldição da cigana, não pensa duas vezes em passar a faca no gatinho que ganhou — apesar de o sangue de bode ser mais potente.
9 — Os vilões só morrem no final,
mas ressuscitam
Não adianta matar Jason, Freddy Krueger (foto à dir.) ou Michael Myers: eles sempre voltam nas continuações. E morrem invariavelmente no final do filme seguinte. Sam Raimi é mais rápido. Ele mata a cigana-bruxa da atriz Lorna Raver já na metade de sua história. Mesmo no caixão, ela consegue atormentar a vida da sua inimiga até os minutos finais — em outro tributo de Raimi, agora a Poltergeist.
10 — Finais felizes
Bem, o editor desta reportagem disse que transformaria minha vida num filme de terror se eu revelasse o final. O que eu posso dizer é que Arrasta-me para o Inferno, acredite, não tem esse nome à toa.
autor: Rodrigo Salem
matéria na rpc sobre modelismo
isso é uma coisa que eu amo muito...
modelismo : dica de personalização de uma meia lagarta 1
ganhei essa lagarta da minha esposa a uns seis meses, mas apenas a montei.
não me aminei a personalizá-la por total falta de idéia.
e hoje pela manhã, achei esse video no portal do panzer model, e acabei de revirar minhas caixas atrás do meu aerógrafo! hauahuauha









































































